Meu travesseiro acordou molhado…Não era a chuva, eram as minhas despedidas dos “sentimentos antigos, já confortáveis”…Viver tem dias muito nublados quando a simples existência nos dói nos ossos. É como mergulhar num mar que não dá pé quando nem se sabe nadar… Não julgo, não culpo o mundo, antes trago a responsabilidade pra mim e digo: ” o preço de uma alegria explodida no peito, é essa angústia sem um réu” (…)

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