Desencontros do coração

 

I have long locked in the room today. And had to fight several times against the desire to cry. I'm still struggling. I will not cry ...

“Eu ando me perguntando se é possível uma pessoa esquecer absolutamente de outra, sem nenhum traço de saudade, de pensamentos, de lembranças.

Sem dúvida uma sensação ruim é imaginar que você simplesmente não fez absolutamente nenhuma diferença na vida de algumas pessoas, que de repente, mesmo sem querer, sacudiram, cutucaram, apertaram seu coração distraído.

É meio cruel mesmo quando estes desencontros acontecem. Eu sempre acho que esses acontecimentos deveriam ser proibidos cosmicamente. Isso dói demais. E fica um monte de amor largado por aí. Quanto desperdício meu Deus! E nessa crise de afeto em que vivemos, isso é mais que pecado.

Agora, assim como um cupido burro coração distraído é fogo viu. Ele fica lá assobiando, ouvindo uma melodia calminha, mantendo o compasso normal sem grandes sobressaltos. Do nada acelera, sem muitos motivos, sem muitas explicações e aí já era.

E o bichinho nem tem a preocupação de analisar com calma e friamente por quem anda palpitando. É … meu coração não é frio mesmo, e tem uma mania danada de amor. Coisa de doido! Ô surtado!

Depois começa a fase de ficar apertado, porque o outro coração nem deu bola, não bateu no mesmo ritmo e tudo desandou. Fica sentindo aquela pressão que diz: Ai que saudade mais triste!!!

Saudade da esperança de uma bela história, saudade da grandeza de um sentimento bonito pacas que o outro despertou, saudade de sonhar com o outro e da vontade de poder ajudar, somar, conhecer e viver algo intenso e verdadeiro. E principalmente: saudades do contato com o outro e das pequenas descobertas nos breves momentos.

E o aperto ainda fica maior quando a história acaba no QUASE. O quase é que mata, maltrata e torna o caminhar para frente ainda mais penoso.

Você nunca sabe se fez tudo o que podia, ou se ainda existia alguma coisa que pudesse mudar essa quase história bonita. Você não sabe se continua andando para frente sem olhar para trás, ou se volta correndo. Essa dúvida tortura e apega.

Mas tem um momento em que você percebe, que por mais que seu coração peça choramingando para você voltar para perto do outro, alguns corações às vezes simplesmente não aceleram por você. E quando isso acontece, a vontade de um só não vai mudar esse fim. E isso esmigalha o coração de quem sente. Ô aperto doído!

Por isso que sempre falo: quando o encontro acontece, não desperdice por nada! É uma mágica e tanto. Podem acreditar no que digo”.

 

extraído de : manhasemanhas.blogspot.com

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